A semântica cordial – representações da mulher negra no turismo de Salvador foi o primeiro tema discutido na abertura da sessão de trabalhos Gênero e Cultura, às 14h30, na sala 5 da Facom. Os pesquisadores Diego Casaes e Juliana Cunha Costa falaram sobre como discursos, a exemplo do publicitário, tratam a mulher como objeto de consumo e desejo.
Já a cobertura do Jornal El Mercurio sobre Michelle Bachelet, primeira mulher eleita presidente pelos chilenos, foi o tema do estudo apresentado pela estudante de jornalismo da Ufba Renata Inah Vidal. O trabalho é desenvolvido no Grupo de Pesquisa Miradas Femininas, da Ufba.
Duas outras integrantes do Grupo Miradas, coordenado pela professora Linda Rubim, participaram da sessão. Os traços femininos nos grafites de Salvador inspiraram o trabalho Mulheres no Muro, desenvolvido pela mestranda Margarida Morena. Já o cotidiano das redações baianas foi o ponto de partida para a pesquisa Mulheres Jornalistas: percussos e percalços, da mestranda Ana Fernanda Campos de Souza.
A pesquisadora Eliane Maria Chaud encerrou a mesa com o trabalho A Natureza Feminina no Cerrado, sobre as diversas expressões do trabalho de artesãs de Goiás. O objetivo é ressaltar a importância da atividade para a construção e afirmação da identidade histórico-cultural de Goiás.
