Confraternização e lançamento de livros

29 05 2009

Por Raissa Biriba e Ticiana Figueirêdo, com contribuições de Fernanda Pimenta

Foi um sucesso a confraternização do Enecult que aconteceu ontem no Palacete das Artes Rodin Bahia. Os participantes compareceram em peso e ficaram acompanhados por um coquetel e ao som do jazz da guitarra de Alex Mesquita acompanhado por Eric Firmino no baixo e Vitor Brasil na bateria. A exposição de Walter Firmo estava aberta e fo bastante visitada.

Ocorreu também o lançamento de livros relacionados à cultura:

Política Cultural: um campo de estudo (Lia Calabre)

Política Cultural: Diálogo indipensável – Vol. II (Lia Calabre)

Comunicação e a crítica da economia política (César Bolaño)

Transversalidades da cultura (Linda Rubim e Nadja Miranda)

Transas na cena em transe: Teatro e contracultura na Bahia (Raimundo Matos de Leão)

Paroxismo do sonho: um estudo sobre a exclusão social no Jornal Nacional (Rita de Cássia Aragão Matos)

A invenção da baianidade (Agnes Mariano)

Escritas e narrativas sobre alimentação e cultura (Maria do Carmo Soares de Freitas, Gardênia Abreu Vieira Fontes e Nilce de Oliveira)

Festa!
Foi exibido em três sessões o documentário Vermelho Imaginário: fantasia e resistência de um festejo popular, de Mateus Damasceno. O filme conta a história da luta entre mouro e cristão e da festa de São Sebastião através de lembranças de antigos pescadores da comunidade de Aymores, no sul da Bahia.

Em breve, mais fotos!





Música e Identidade

27 05 2009
(da esq. pra dir.) Adriana Facina, Carlos Bonfim, Vinicius Souza)

(da esq. pra dir.) Adriana Facina, Carlos Bonfim, Vinicius Souza)

Por Ana Paula Pereira e Windson Souza

Chegou ao fim agora há pouco na sala 2 da Facom – UFBA a sessão de trabalhos “Música e Identidade”, a qual participaram a antropóloga Adriana Facina, o aluno do programa disciplinar de cultura e sociedade Vinicius Souza e a mesa foi coordenada por Carlos Bonfim, que também fez uma apresentação.

Adriana Facina, coordenadora do grupo de pesquisa Observatório da Indústria Cultural na Universidade Federal Fluminense, iniciou a sessão apresentando seus estudos sobre o funk carioca, alternando as referências a este tanto como ritmo quanto como gênero. Adriana destacou as críticas contra o funk, a primeira defende que o funk não é música, mas que trabalha como registro de cópia, desqualificando-o esteticamente. A segunda ela classificou como “demonização” do funk, que é a prática de liga-lo com a violência. Adriana criticou as várias maneiras de discriminação contra este gênero. A música “Não me bate doutor“, funk com forte apelo contra a criminalização e que dá nome ao trabalho da antrópologa, concluiu a apresentação do seu trabalho.

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Itaú Cultural apresenta pesquisa sobre mercado musical no Enecult

25 05 2009

Por Renata Rocha

Ic_pretoO Enecult conta novamente com a participação do Itaú Cultural. No dia 29, às 17h, será apresentada em primeira mão a pesquisa Formação Profissional e o Trabalho dos Músicos no Brasil: Estatísticas Oficiais e Narrativas dos Artistas Selecionados pelo Programa Rumos Música, realizada pelo Observatório Itaú Cultural. A mesa será comandada pela pesquisadora Liliana Segnini.

Professora titular do departamento de Ciências Sociais na Educação da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas, Liliana faz uma análise das trajetórias de formação profissional e de trabalho de músicos premiados na edição 2007-2009 do programa Rumos Música, realizado pelo Itaú Cultural. Entre os 2.222 inscritos desta edição, foram selecionados 50 artistas na categoria Mapeamento – entre músicos e musicistas de todas as regiões do país e diversas formas de expressão estética – por meio de um processo seletivo, sintetizadas em música de raiz, música popular e erudita.

A pesquisa recorreu ao cruzamento de várias fontes e métodos de pesquisa. Assim, dados estatísticos que informam as características sócio-econômicas específicas deste grupo foram comparados com os dados sobre mercado de trabalho e formação profissional produzidos pelo IBGE/PNAD, MTE/RAIS e MEC/Censo. Os resultados destacam, entre outras questões, o crescimento do número de profissionais da música no país, acompanhado pelo crescimento de um campo econômico cada vez mais competitivo, no qual a presença do Estado é observada por meio da formação profissional e do financiamento através de leis de incentivo.

Mesa Observatório Itaú Cultural
Dia 27 de maio, às 17h – Formação Profissional e o Trabalho dos Músicos no Brasil: estatísticas oficiais e narrativas dos artistas selecionados pelo Programa Rumos Música
Com Liliana Segnini e Marina Segnini
Faculdade de Comunicação – UFBA (Sala 4)

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