
Por Raissa Biriba e Ticiana Figueirêdo, com contribuições de Fernanda Pimenta
Foi um sucesso a confraternização do Enecult que aconteceu ontem no Palacete das Artes Rodin Bahia. Os participantes compareceram em peso e ficaram acompanhados por um coquetel e ao som do jazz da guitarra de Alex Mesquita acompanhado por Eric Firmino no baixo e Vitor Brasil na bateria. A exposição de Walter Firmo estava aberta e fo bastante visitada.
Ocorreu também o lançamento de livros relacionados à cultura:
Política Cultural: um campo de estudo (Lia Calabre)
Política Cultural: Diálogo indipensável – Vol. II (Lia Calabre)
Comunicação e a crítica da economia política (César Bolaño)
Transversalidades da cultura (Linda Rubim e Nadja Miranda)
Transas na cena em transe: Teatro e contracultura na Bahia (Raimundo Matos de Leão)
Paroxismo do sonho: um estudo sobre a exclusão social no Jornal Nacional (Rita de Cássia Aragão Matos)
A invenção da baianidade (Agnes Mariano)
Escritas e narrativas sobre alimentação e cultura (Maria do Carmo Soares de Freitas, Gardênia Abreu Vieira Fontes e Nilce de Oliveira)

Foi exibido em três sessões o documentário Vermelho Imaginário: fantasia e resistência de um festejo popular, de Mateus Damasceno. O filme conta a história da luta entre mouro e cristão e da festa de São Sebastião através de lembranças de antigos pescadores da comunidade de Aymores, no sul da Bahia.
Em breve, mais fotos!
