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Modernidade, Cultura e Sustentabilidade

27/05/2009

Por Geise Oliveira, Ivna Pires e Juan Brizuela

Hanayana explicando as Leis de Incentivo do estado

No dia 27 de maio, a sessão de trabalhos realizada na sala 11 da Facom-UFBA às 14:30 foi sobre Consumo, Gestão e Políticas Culturais .

Hanayana Brandão (Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade – Pós-Cultura da UFBA) desenvolveu o tema:  financiamento e   fomento da cultura na gestão do governador da Bahia,  Jaques Wagner. Foram trabalhados tópicos como financiamento da cultura como consequência da política cultural, a grande capacidade cultural do Brasil, a prática do clientelismo nos financiamentos, além de dados sobre a economia da cultura.  Especificamente, a palestrante discorreu sobre as formas de financiamento do estado da Bahia, como o Fazcultura, o Fundo de Cultura, Credibahia Cultural e o Carnaval Ouro Negro.

Daniele Canedo (Doutoranda do Pós-Cultura/UFBA), tratou do conceito de cultura e de sua amplitude. Durante sua apresentação foram discutidos temas comoDaniele Canedo, explicando seu objeto de pesquisa a dificuldade da utilização de um único conceito de cultura, a evolução histórica deste conceito e sua ampliação crescente. As conferências estaduais de cultura foram dimensionados e também a necessidade do Estado em trabalhar a cultura em seu conceito mais ampliado. Foi muito interessante para o debate a aparente contradição entre reconhecimento e tolerância. E uma das perguntas do público foi o significado de respeitar as diferenças.

Tânia Mara (Mestranda em Ciências Sociais/ UFBA) discorreu sobre a contradição entre sustentabilidade e o capitalismo. O sistema capitalista requer uma produção em grande escala, alimentar o consumo e o lucro, e isso vai completamente contra do respeito a natureza. Falou também sobre a importância dos ambientalistas e eco-economistas, que tentam mudar a lógica de tratar a natureza como mercadoria.

Em linhas gerais, Juciara (Doutoranda do Pós-Cultura/UFBA), tratou do movimento modernista e como ele chegou ao Brasil,  principalmente São Paulo e Rio de Janeiro e como chegou tardiamente a Salvador. Também foi abordado o papel de Anísio Teixeira em abrir caminho para a experiência modernista no Brasil.

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