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Cultura nas festas populares

28/05/2009

Por Geise Oliveira e Ivna Pires

No dia 28 de maio, aconteceu as 14:30 na sala 7 da Facom  a sessão de trabalhos sobre festas e cultura popular.

Público da sala 07

Diego Almeida (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) trabalhou o carnaval em diversos aspectos. Foi relatado um histórico da festa e suas implicações econômico-sociais. Houve também uma análise do perfil e da função exercida pela Bahiatursa e do conceito “baianidade” , que segundo o palestrante se baseava no carnaval, no turismo e no poder.

Tiago Moura (Universidade Federal da Paraíba) apresentou o trabalho de Harue Tanaka. Ele destacou o cenário do carnaval de João Pessoa, especificamente da escola de samba Malandros do Morro. As modificações do carnaval tradição, assim como  as práticas alternativas da escola de samba foram explicitadas. Foi demonstrado os dois tipos de carnaval do Brasil, o carioca e o baiano.

Giordana Laura (Universidade Federal do Mato Grosso), falou da Festa de São Gonçalo e da Festa do Siriri, que constitui o seu objeto de estudo. A festa que é homenagea o santo católico, era considerada pacata, sem nenhuma interferência da mídia nem mesmo de outras culturas. Mas hoje, após haver representação midiática e os festejos serem transmitidos pelo mundo afora, o modo de comemoração se transformou. As dançarinas que antes participavam descalças, hoje seguem um padrão imposto pelas novas culturas, diz palestrante. Ela encerra sua palestra, com o questionamento de até onde as mudanças são construídas e podem interferir numa cultura.

Henrique Sena falando sobre futebol

E por último, Henrique Sena (Universidade Estadual de Feira de Santana), explicou sua análise feita sob o futebol soteropolitano na década de 20. Ele destacou o fato de o futebol “pertencer” a uma cultura de elite e a desvalorização da mesma, pela apropriação do esporte nas camadas mais populares. Sua pesquisa se fundamentou nos textos publicados em jornais daquela época. Henrique explica que a sociedade da década observada, se utilizava de termos pejorativos para falar de times “populares”, chamando-os de time dos desocupados, capadócios, vadios, entre outros. O espaço da cultura popular no futebol interfere e resignifica as práticas deste esporte, a partir do momento que é feito nas ruas, diz palestrante.

Dia: 29 de maio

Horário: 14:30 às 16:30

Local: Facom-UFBA

Sessão de trabalhos: Festas e Cultura Popular

Participantes:Diego Almeida Souza, Harue Tanaka, Giordana Laura Silva Santos,  Henrique Sena dos Santos

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