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Gênero como performance

29/05/2009
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(Foto: Mariele Góes / LabFoto)

Luiz Paulo da Moita Lopes aborda heteronormatividade e teoria queer a partir da imagem do jogador Ronaldo “Fenômeno” – de conquistador de mulheres às dúvidas sobre a heterossexualidade do jogador, graças ao evento largamente divulgado pela mídia de seu envolvimento de uma noite com travestis.
O fato é um bom exemplo da lógica binária / heteronormativa adotada pela mídia. Os autores Judith Butler e John Austin e a teoria queer servem de apoio à reflexão do palestrante. Lopes explica a compreensão de gênero como performance: somos homens ou mulheres não por causa de uma suposta essência masculiina ou feminina, mas por causa do que fazemos.

Luiz Paulo da Moita Lopes aborda heteronormatividade e teoria queer a partir da imagem do jogador Ronaldo “Fenômeno” – de conquistador de mulheres às dúvidas sobre a heterossexualidade do jogador, graças ao evento largamente divulgado pela mídia de seu envolvimento de uma noite com travestis.

O fato é um bom exemplo da lógica binária / heteronormativa adotada pela mídia. Os autores Judith Butler e John Austin e a teoria queer servem de apoio à reflexão do palestrante. Lopes explica a compreensão de gênero como performance: somos homens ou mulheres não por causa de uma suposta essência masculiina ou feminina, mas por causa do que fazemos.

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