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Gênero e Sexualidade

29/05/2009

*Foto: Mariele Góes / LabFoto)

Antes mesmo do nascimnto, um profissional de saúde já decreta: “é menino”, “é menina”. Feita a nomeação do sexo físico, espera-se que o sujeito que nasceu assuma comportamentos de seu gênero e que desenvolva desejo sexual por sujeitos do sexo oposto.
Em sua fala, que acontece agora no V Enecult, Guacira Lopes Louro aponta o caráter autoritário da heteronormatividade. Desconstruir a idéia de que esta é uma idéia “natural” é essencial para acolher todos os sujeitos que não seguem estas ordens.
“Há quem fuja a esta ordem e inscreva em seus corpos marcas do masculino e do feminino. A ordem nunca está garantida e precisa ser reiterada continuamente”, diz Guacira, que se baseia na obra de JudithGênero Butler.

Antes mesmo do nascimento, um profissional de saúde já decreta: “é menino”, “é menina”. Feita a nomeação do sexo físico, espera-se que o sujeito que nasceu assuma comportamentos de seu gênero e que desenvolva desejo sexual por sujeitos do sexo oposto.

Em sua fala, que acontece agora no V Enecult, Guacira Lopes Louro aponta o caráter autoritário da heteronormatividade. Desconstruir a idéia de que esta é uma idéia “natural” é essencial para acolher todos os sujeitos que não seguem estas ordens.

Há quem fuja a esta ordem e inscreva em seus corpos marcas do masculino e do feminino. A ordem nunca está garantida e precisa ser reiterada continuamente

– diz Guacira, que se baseia na obra de Judith Butler.

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