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Discutindo Políticas Culturais no Enecult…

25/05/2010

Vamos ao que interessa: as reflexões trazidas pelos professores presentes na primeira mesa-redonda do Enecult:

Renato Ortiz em foto da IV edição do Enecult, em 2008.

Renato Ortiz inicia o debate. O sociólogo e professor da Unicamp, abordou os diversos momentos da cultura nacional e sua relação com as culturas locais e global. Para ele:

São Paulo se tornou o lugar mais conservador do Brasil atualmente.

E questiona:

Em que medida a política cultural traduz um conjunto de transformações mais amplas na sociedade brasileira e no mundo contemporâneo?

O professor e pós-doutor em políticas culturais, Antonio Albino Canelas Rubim, inicia sua intervenção propondo que se reflita sobre o que significaram os 25 anos do Ministério da Cultura. E traz um dado que revela a grande complexidade da gestão deste órgão em seus primeiro anos:

De 1985 a 1994, tivemos dez responsáveis pelo Ministério da Cultura no Brasil.

O cientista político Giuseppe Cocco, por sua vez, toca num ponto nevrálgico para se pensar a cultura na sociedade brasileira contemporânea, que são seus aspectos sociais e econômicos. E declara:

Bolsa Família é a maior política cultural do governo Lula.

Principais declarações explicitadas. Vamos discutir sobre?

As citações foram retiradas do twitter do Movimento Cultura Brasil, que está cobrindo o Enecult este ano: http://twitter.com/movculturabr)

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