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Política cultural não se resume a editais

26/05/2010

Mesa abordou a difusão das políticas culturais através dos editais

No primeiro dia do VI Enecult, dia 25 de março, a sessão de trabalho com o título Experimentos de Políticas Culturais teve como apresentadores Daniele Cruz, Doutoranda em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará, Flávia Rosa, Doutoranda e professora da Ufba, Mariana Albinati, Mestre pela Ufba, e Simone Zárate, Mestranda Universidade de São Paulo.

Ao longo das apresentações, produziu-se um longo debate sobre os editais culturais que são abertos por governos como uma forma de difundir políticas culturais, sendo que esta não seria uma forma democrática de política pública.

Danielle Cruz apresentou o trabalho “Ressignificando Fortaleza: políticas culturais de fomento a apresentações carnavalescas”. A doutoranda discutiu sobre os editais que são abertos na capital do Ceará na época do pré-carnaval e carnaval (período dentre janeiro e fevereiro) tentando fazer um resgate da música de raiz.

“O que é pra ser levado em discussão é saber por que o incentivo à políticas culturais não é contínuo e só é realizado em uma época do ano”. (Daniele Cruz, Doutoranda em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará)

Já a pesquisadora Flávia Rosa trouxe para a discussão a criação de um repositório institucional da Ufba, seguindo como modelo a Universidade do Minho, em Portugal. A partir deste enfoque, foi produzido um texto sobre o assunto na sua fase de estágio doutoral, que deu origem ao trabalho “Política de Acesso Livre para a Ufba: Partilhando Experiências do Repositórium”. A ideia do repositórium foi criada após as editoras comerciais visarem só lucro e a rentabilidade. Desta forma, os autores viram uma maneira de que o acesso livre significa disponibilizar na Internet a literatura acadêmica e científica permitindo que seja lida, descarregada, distribuída, impressa, pesquisada ou referenciada.

Mariana Albinati falou sobre a territorialidade da cultura com 0 trabalho “Espaços Sem Território, Espaços Sem Cultura: Um Exemplo Crítico”. Por fim, a última participante, Simone Zárate, trouxe para a discussão em sala o tema do seu trabalho intitulado “Novos Fluxos, Planejamento Estratégico e Políticas Culturais em Santo André”.

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