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Diversas abordagens sobre as políticas culturais para o audiovisual

31/05/2010

No dia 27 de maio, último da sexta edição do Enecult foi realizada a sessão de trabalho “Políticas Culturais para o Audiovisual”. A presença de pesquisadores e profissionais oriundos de diferentes áreas disciplinares, na sala  17 da Facom-Ufba, contribuiu para o aprofundamento e diversificação do debate sobre o campo do audiovisual no Brasil contemporâneo. A coordenação da sessão ficou a cargo de Renata Rocha (sim, a autora do post!)

Ricardo Cardoso Silva e Fernanda Santos acompanham a sessão de trabalhos

As exposições foram iniciadas com a apresentação do trabalho “A secretaria do Audiovisual/MinC no Governo Lula: Políticas de Cultura, Políticas de Comunicação”,  de Fayga Moreira, Laura Bezerra e Renata Rocha, doutorandas do Programa Multidisciplinar de de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (Pós-Cultura) da Ufba. Laura destacou quatro tópicos para a análise proposta:  (1) O Ministério da Cultura na Gestão Gil/Juca e o conceito ampliado de Cultura, (2) o projeto de construção da TV Brasil, (3) as relações entre Comunicação e Cultura, e (4) programas da Secretaria de Audiovisual (SaV) do MinC, com foco no DOCTV.  Maiores detalhes sobre a apresentação podem ser conferidos nos slides:

Em seguida, a mestranda do Pós-Cultura, Fernanda Santos, apresentou o trabalho “DOCTV e Revelando os Brasis: Políticas Culturais Brasileiras para a Produção Audiovisual”. A pesquisadora, após apresentar os pressupostos das políticas culturais brasileiras, concentra-se nos dois programas da SaV para discorrer sobre diversos aspectos de sua realização. Mais detalhes sobre a apresentação:

Ricardo Cardoso Silva, especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual –  Agência Nacional do Cinema (Ancine), apresentou, então, o trabalho “Trajetória e natureza das políticas audiovisuais no Brasil”, quando foi discutida a natureza das políticas audiovisuais a partir de conceitos da Análise de Políticas Públicas. Para o autor, as políticas audiovisuais, no Brasil, são desenvolvidas no âmbito das políticas culturais e estas, por sua vez, enquadram-se no rol das chamadas políticas sociais. Confira os slides:

Rodrigo Michel

Por fim, o mestrando em Economia pela Universidade Federal de Uberlândia, Rodrigo Cavalcante Michel apresentou o artigo “A indústria da sétima arte no Brasil: uma análise da lei do audiovisual”, de autoria dele e de sua orientadora, a Profa. Ana Paula Avellar.

Sua exposição buscou, pelo viés da Economia da Cultura, caracterizar o cinema nacional como indústria e fazer a avaliação qualitativa de alguns dados sobre a produção de filmes nacionais e os recursos arrecadados pela Lei do Audiovisual que fomentam essa produção.

Para o autor, a política de fomento tem sido importante para a produção cinematográfica e consegue iniciar, de fato, a retomada do cinema brasileiro.

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One Comment leave one →
  1. tia lene permalink
    09/06/2010 14:32

    parabens ta lindo

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