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Saiba como foi a mesa de abertura do VII ENECULT

03/08/2011

A mesa que deu início às atividades do VII ENECULT foi composta por Dulce Aquino (Pró Reitora de Extensão da UFBA), Linda Rubim (Coordenadora do CULT), Marta Porto (Secretária da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura), Albino Rubim (Professor do Programa de Pós Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA e Secretário de Cultura do Estado da Bahia), Isa de Oliveira (Presidente da Fundação Gregório de Matos), Giovandro Ferreira (Diretor da Faculdade de Comunicação da UFBA), Edilene Matos (Vice- Coordenadora do Programa de Pós Graduação em Cultura e Sociedade) e Sérgio Farias (Diretor do IHAC).

Linda Rubim saudou a todos na mesa de abertura do VII ENECULT, afirmando que é importante respeitar esse número pois a partir de agora o evento sai da “pequena infância”, partindo para uma maturidade. Agradeceu a presença de todos com muito afeto, dizendo que este campo está num território em que todos podem aproveitar de forma muito significativa. Marta Porto, em nome do Minc, cumprimentou todos os pensadores e estudiosos de cultura da América Latina. A Secretária de Cidadania e Diversidade Cultural destacou que, neste momento em que o Brasil vive, é preciso que todos estejam nutridos com os pensamentos e formulações das pessoas que estão comprometidas com esse trabalho, tendo-os como fonte de inspiração e pensamento critico a frente dos órgãos de cultura do estado.

Para Albino Rubim, um dos idealizadores do evento, este encontro significa o congraçamento do campo da cultura. Esse ano, sem falar como professor do programa, mas como Secretário da Secult-Ba, considera que a Secretaria está muito aberta a este encontro, pois seria impossível elaborar políticas sem estabelecer esta relação entre estado e academia. Edilene Matos deu boas vindas aos participantes dessa 7º edição e desejou um ótimo aproveitamento das discussões para todos os participantes.

Sérgio Farias parabenizou a todos dizendo que este evento inaugura um novo momento do IHAC, com os seus cursos de bacharelado interdisciplinar, bem como o Programa de Pós Graduação sobre os Estudos de Formação em Cultura, pensando novos modelos curriculares e novas propostas organizativas. Afirmou também que este trabalho é uma expressão autêntica do instituto.

Completando a fala de Sérgio, Giovandro falou da importância do Curso de Produção Cultural, fundado pelos professores Albino Rubim e Linda Rubim, destacando a importância dele para o pensamento e estudo de cultura, um fator determinante na formação da sociedade. Já Dulce Aquino afirmou que o “Brasil avançou muito nesse quesito em função destes pesquisadores, contribuindo para o entendimento da cultura enquanto centralidade de um povo nas suas dimensões simbólicas e cidadãs como um todo”.

A partir de então, deu-se início às atividades do Enecult, com a palestra de Arturo Morató.

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