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CULTURAS E MÍDIAS – Mesa Coordenada – Mediação, Interações Midiáticas e Diversidade Cultural – Redes Sociais, Games e Dispositivos Móveis

04/08/2011

A mesa realizada na tarde do dia 03 de agosto foi coordenada pelo professor e antropólogo José Barros e contou com a participação de Raquel Salomão Utsch de Carvalho, mestre em Comunicação e professora da Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC) e Maurício Araújo Lima, diretor da empresa Origem Jogos e Objetos.

Raquel Salomão Utsch iniciou a apresentação com o trabalho Conexões Urbanas e Diversidade Cultural: Relatos sobre o cotidiano no Canal Motoboy. A pesquisadora falou sobre a rede Megafone desenvolvida para registrar e difundir relatos multimidiáticos e hipertextuais de motoboys. A produção colaborativa é baseada no uso de tecnologias móveis e gera territórios de sentido e situações comunicativas favoráveis a diversidade cultural no espaço urbano. A rede pode ser acessada no site www.megafone.net.

O segundo a se apresentar foi Maurício de Araújo Lima, com o trabalho Jogos presenciais e eletrônicos: testemunhas da diversidade cultural no espaço e no tempo. Maurício pesquisou três sites e investigou as adaptações que acontecem no processo de remediação do mancala, jogo milenar de origem africana, do ambiente presencial para o virtual. O pesquisador explicou que a possibilidade de jogar o mancala sem saber ao certo suas regras, característica da internet, altera a natureza do jogo. A tecnologia fez com que o mancala deixasse de ser um jogo de estratégia e se tornasse um jogo de azar.

O último a se apresentar foi o coordenador da mesa, José Márcio Barros. Para o trabalho Narrativas urbanas e dispositivos móveis: testemunhas da diversidade cultural no espaço e no tempo, o pesquisador partiu da hipótese que a popularização das câmeras de celular ajudou a aumentar o registro fotográfico. O estudo buscou identificar se existia a produção de uma memória fotográfica da cidade. Foi constado que celular era mais utilizado para uso de fotos pessoais, a cidade só era utilizada como cenário para autopromoção, o que não ajudou a produzir narrativas audiovisuais sobre a cidade e a cultura urbana.

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