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Sessão Políticas Públicas

05/08/2011

“Cultura, Desenvolvimento Socioeconômico e Políticas Públicas: Uma Análise da Situação no Estado de Roraima” foi a primeira apresentação da mesa Políticas Públicas, realizada na tarde do terceiro dia do VII Enecult, no PAF 3. Elena Campo Florissi começou sua fala com o mapa de Roraima e um breve panorama da história de ocupação desse estado brasileiro.

Segundo Florissi, a cultura produzida lá possui uma característica nordestina. A pesquisadora salientou que os equipamentos culturais, como museus, cinemas e teatros, estão concentrados na cidade de Boa Vista. Ela informou que o Governo do Estado destina menos de 1% do orçamento para a cultura, e a Secretaria de Cultura em nível estadual ainda está em processo de análise para implantação.

A segunda apresentação, “O papel da cultura política externa do Governo Lula: desenvolvimento e inserção internacional”, de Aline Andrade Rocha, contemplou a relação entre cultura, desenvolvimento e diplomacia cultural nas relações internacionais. A política cultural exterior permite, segundo Andrade, o desenvolvimento social do globo.

Mannuela Ramos da Costa deu prosseguimento a sessão com a exposição do trabalho “Cinema em Pernambuco: da Iniciativa privada à política estatal”. Ela parte do princípio de que Pernambuco já tem uma tradição de produção cinematográfica. Costa disse que a participação dos governos estaduais é fundamental ao desenvolvimento da indústria audiovisual no Brasil. A expositora salientou que o estado pernambucano tem um caráter intervencionista neste setor. O exemplo citado foi a recuperação da infra-estrutura de salas de cinema históricas localizadas em municípios no interior do estado.

A última exposição foi “Indústria Audiovisual, Financiamento e Profissionalização”, executada por João Paulo Rodrigues Matta, que também coordenou a sessão. O pesquisador apresentou um balanço das iniciativas da Agência de Desenvolvimento da Bahia (Desenbahia) no tocante às políticas de financiamento à cultura. Matta destacou que, em primeiro lugar, a profissionalização é fundamental ao acesso de políticas para fomento financeiro de projetos culturais e que os recursos devem ser inseridos em toda a cadeia produtiva, da criação a distribuição. No entanto, o palestrante advogou que há uma centralidade na criação, ou melhor, na produção de conteúdo.

A sessão foi encerrada após o debate.

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