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Mesa coordenada na UFBA discute o Plano Nacional de Cultura e Direito Cultural

08/08/2012

Foi realizada no Pavilhão de aulas Glauber Rocha, no campus de Ondina, a mesa  coordenada com o tema: “Politicas culturais no Brasil: questões contemporâneas” . O debate contou com a participação da professora doutora Lia Calabre, a chefe do Setor de Estudos de Política Cultural da Fundação Casa de Rui Barbosa , Adélia Zimbrão da Fundação casa de Rui Barbosa, Raquel Moreira da Universidade Federal Fluminense  e Deborah Rebello Lima- pesquisadora do Setor de Políticas Culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa.

A mesa teve inicio às 14:00 horas e foi coordenada por Lia Calabre. A mediadora destacou as mudanças ocorridas no governo Lula no campo das politicas culturais, enfatizando que a cultura está efetivamente no campo das políticas públicas.  Nesse sentido, Calabre falou da importância dos Direitos Culturais e da dificuldade em um país com dimensões territoriais como o Brasil de se decidir um modelo padronizado de política cultural.

Adélia Zimbrão, segunda palestrante, retomou a discussão sobre Direitos Culturais e da Constituição de 1988 para assegurar esses direitos e do modelo Federativo do Brasil que segundo Adélia “põe um impacto muito grande no desenho das políticas públicas”. Adélia argumentou ainda sobre a descontinuidade das políticas culturais por conta da arrumação das politicas que não atinge todos os municípios. Na continuação da fala, Adélia falou da importância do Plano Nacional de Cultura(PNC) e das politicas públicas reguladas e não reguladas.

Raquel Moreira destacou a importância do PNC e da intenção de promover a cidadania cultural pela inclusão. Segundo Raquel, é importante conhecer PCN para não ficar em achismos. Segundo Raquel, o plano nacional sob rápido panorama  “apresenta alguns sinais de que ainda em tese, a lei apresenta indicativos e sinalizadores de preceitos democratizantes”.

Deborah Rabello falou do Programa Cultura Viva e defendeu que este “ busca a geração de outros lugares e pertencimentos. e, por conta desse fator, pode ser visto como  um exemplo  para trabalhar com as identidades territoriais”.

Ao final das discussões a mediadora da mesa, Lia Calabre  deu inicio ao debate sobre o tema.

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