Skip to content

Resgate e preservação cultural são discutidos no eixo Cultura, Cidades e Territórios

10/08/2012

Nesta sexta-feira (10), último dia do VIII Enecult, o eixo Cultura, Cidades e Territórios foi um momento de reflexão acerca do resgate e preservação da cultura. A mesa de tema Cultura, Comunidades Tradicionais e Territórios foi aberta com o trabalho Orunmilá: Território Negro e Tradição Afro-Brasileira, da estudante de Produção Cultural, Monalisa Santana Castro. Ela mostra o Bloco Afro enquanto território negro de resistência.

O GT também foi composto pela historiadora Carolina Maíra Gomes Moraes, que pesquisa o tema Políticas de Saúde e Subalternização de Práticas Populares de Cura em Lourenço Marques (Moçambique 1940-1975). Na exposição, Moraes revela a inferiorização das práticas de saúde já existentes em Lourenço por seu colonizador, Portugal. Ela completa que é necessário “observar a história da ciência não somente pelos benefícios, mas também pelas consequências que ela traz”.

As apresentações continuaram com a estudante de letras, Juliana Oliveira Lesquives, com o trabalho  Sertões e Hibridismos Culturais: Controvérsias da Globalização e a Cultura Popular em Movimentos. Lesquives relata que o romance “Galileia”, de Ronaldo Correia de Brito, “traz a perspectiva subjetiva do retorno, diferente de romances anteriores como Vidas Secas”, de Graciliano Ramos.

A apresentação do psicólogo Adilson Jose Aviz trata do Patrimônio Cultural do Morro do Amaral no Imaginário dos Jovens: Tensões Possíveis. Ao olhar o patrimônio na perspectiva da psicologia, Aviz questiona como podemos perceber o valor do patrimônio já que “é diferente para quem mora no local e para quem é visitante”, diz.

A discussão acerca do ‘valor’ identitário e de patrimônio também é abordado na última apresentação do GT, que traz o tema Uma Luz no Fim do Túnel: A Lei 10.639/2003 Nos Processos de Autoafirmação de Identidade no Território Quilombola de São Braz – Santo Amaro (BA). Em seu trabalho, Geise Mari Santos Oliveira fala da necessidade de repensar as formas de discurso nas comunidades tradicionais e “quebra da cultura pedagógica e cultura universal”.

Anúncios
No comments yet

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: